Meu direcionamento atual e as inteligências com as quais tento trabalhar hoje só foram possíveis pelos ensinamentos, bondade e paciência de meu professor Lama Padma Samten, que abriu o caminho para as práticas de estabilidade, sabedoria e compaixão dos budas e bodisatvas.

Agradeço também todas as linhagens que mantém viva e disponível a possibilidade da iluminação completa. E especialmente os professores e professoras do Dharma que tive a sorte de encontrar presencialmente: Lama Alan Wallace, Mingyur Rinpoche, Jetsunma Tenzin Palmo, Tenzin Wangyal Rinpoche, Phakchok Rinpoche, Dzigar Kongtrul Rinpoche, Lama Zopa Rinpoche, Matthieu Ricard, Chögyal Namkhai Norbu, Dzongsar Jamyang Khyentse Rinpoche, Lama Tsering, Chagdud Khadro e Sua Santidade o Dalai Lama.

Pela formação de três anos, me capacitando a oferecer intensivos de TaKeTiNa no Brasil, agradeço Reinhard Flatischler (criador do método) e Cornelia Jecklin.

Agradeço imensamente também o apoio de minha parceira Isabella Ianelli, de Jeanne Pilli, Denise Barranco, Inez Campos, Stela Santin, Marcia Baja, Henrique Lemes, Marcelo Nicolodi, Mariana Aurélio, Eduardo Pinheiro, todos os praticantes ligados ao CEBB e também de outras sangas, de Eduardo Amuri, Fábio Rodrigues, Polliana Zocche, Guilherme Valadares, Felipe Ramos, de Bruno Ribeiro, Vanessa Krauskopf, Pati Passoni, Ian Black, Jeanne Callegari, Ana Thomaz, Mary Kogen, Lu Horta, Fernando Barba, Malu Maia, Jairo Viviani, de minha irmã Claudia, de meu irmão Alexandre Junior, de meu primo Bruno, de minha tia Benê, de meus pais Alexandre e Maria José, de meus avós, das várias pessoas que se alegram com minha vida e das incontáveis outras que já me ajudaram de algum modo sem saber.

Mad Hot Ballroom (Vamos Todos Dançar)

Documentário sobre o programa Dancing Classrooms, realizado em 60 escolas de Nova York com crianças de 11 anos (5a. série), a partir de 2004. Eles conseguem um ótimo resultado (tanto no comportamento das crianças quanto na aprendizagem dos passos) em apenas 10 semanas. Eu fico na dúvida se é interessante colocar tanto foco na competição, mas well… estamos falando dos Estados Unidos.

O filme é clichê, não há surpresa alguma, mas vale a pena assistir pelas crianças (há uns diálogos engraçadíssimos entre eles).

É um programa que podemos facilmente aplicar nas escolas brasileiras. Assim que eu aprender a dançar direito, eu vou estudar tal possibilidade. Aqui, em vez de swing e foxtrot, podemos ensinar forró e samba de gafieira.

No fim, o aprendizado não é de passos ou técnicas, mas de postura, olhar, respeito: como andar no mundo e como tratar o outro. De um modo sutil, os homens aprendem a conduzir e a estar presente sem vacilar — algo que será muito útil na vida toda.

Ah, como eu gostaria de ter aprendido isso com 11 anos… ;-)

Link no IMDB. Link para download do filme no eMule.

Está em cartaz em Sampa no Gemini, Av. Paulista. Matéria na Folha. Crítica da Reuters.

Arriba!